Não suporto estar entre pessoas quando quero estar sozinha.
Não suporto estar sozinha quando preciso de alguém.
Sabem aqueles delírios repentinos, que te dão uma vontade louca, um insight, e você começa a escrever uma nova idéia, um pensamento, um poema, uma carta para AQUELE amor que te ignora? Nããõ?? eu tenho esses delírios, praticamente TODO DIA!! Será que e coisa de adolescente? Vai saber...
domingo, 6 de fevereiro de 2011
quinta-feira, 2 de dezembro de 2010
Está claro, mamis
Entendi, ok? Oh, e como entendi isso! Fico pensando como pode haver uma névoa tão espessa atrapalhando a minha visão, como pude ser tão burra para só perceber agora o que sempre estivera na minha frente.
Perdi sua amizade, perdi talvez o carinho e aquele sentimento de mamis que demonstrava por mim. Sorry. Na verdade deveria pedir desculpas a mim mesmo, por ter feito isso com alguém tão... sem palavras. Relendo algumas mensagens suas não pude acreditar no quanto distorci o que eu lia, parece até um novo texto, modificado agora para que eu entendesse.
Não que eu vá expressar em palavras, porque nunca consigo, mas entendi agora o que queria dizer quando me dizia que eu distorcia as coisas conforme fosse conveniente para mim e que não era inconsciente, que era pirraça mesmo. Bom, quer dizer exatamente isso mas, quero dizer, eu não enxergava assim antes. Não vou me lamentar pelo tempo que perdi por ter sido burra, para não esquentar o meu lugar de coitadinha, que agora só está quente porque está pegando fogo, estou me livrando dele afinal.
Adeus lugar de coitadinha, adeus distorcer as coisas, adeus querer chamar a sua atenção fazendo coisas de mulherzinha. E todas essas coisas continuam porque "não sou uma nova Izabella, não posso criar uma nova pessoa toda vez que mudo a linha de raciocínio", mas enfim evoluí e hoje posso te dizer "te amo, te admiro, queria ser como você..." da forma como você imaginou ter entendido. Sem fissura, sem cobrança ou demanda, apenas o que era pra ter sido desde o início, uma profunda admiração pela pessoa que você é, e representa para mim.
Perdi sua amizade, perdi talvez o carinho e aquele sentimento de mamis que demonstrava por mim. Sorry. Na verdade deveria pedir desculpas a mim mesmo, por ter feito isso com alguém tão... sem palavras. Relendo algumas mensagens suas não pude acreditar no quanto distorci o que eu lia, parece até um novo texto, modificado agora para que eu entendesse.
Não que eu vá expressar em palavras, porque nunca consigo, mas entendi agora o que queria dizer quando me dizia que eu distorcia as coisas conforme fosse conveniente para mim e que não era inconsciente, que era pirraça mesmo. Bom, quer dizer exatamente isso mas, quero dizer, eu não enxergava assim antes. Não vou me lamentar pelo tempo que perdi por ter sido burra, para não esquentar o meu lugar de coitadinha, que agora só está quente porque está pegando fogo, estou me livrando dele afinal.
Adeus lugar de coitadinha, adeus distorcer as coisas, adeus querer chamar a sua atenção fazendo coisas de mulherzinha. E todas essas coisas continuam porque "não sou uma nova Izabella, não posso criar uma nova pessoa toda vez que mudo a linha de raciocínio", mas enfim evoluí e hoje posso te dizer "te amo, te admiro, queria ser como você..." da forma como você imaginou ter entendido. Sem fissura, sem cobrança ou demanda, apenas o que era pra ter sido desde o início, uma profunda admiração pela pessoa que você é, e representa para mim.
quinta-feira, 25 de novembro de 2010
Amor
A atitude das pessoas é algo que me incomoda, a reação a coisas sem importância, a não valorização do amor, a expectativa de que tudo seja uma moeda de troca: eu te dou, você me dá o equivalente. NÃO É PRA SER ASSIM! O amor é pra ser doado, não vendido, não trocado e não cobrado...
Amor é só pra se sentir, é só pra viver. Acredito que a vida se baseia integralmente no amor, nem que seja ao céu azul, ou cinza, ou à natureza. Amor às pequenas coisas, ou às grandes. Amor à Deus, ao trabalho, à família, a uma mulher que você nunca beijou, àquela mulher que você beija todos os dias. Ao seu cachorro ou seu crocodilo de estimação, às grandes construções, à história, à música. Amor a algo que prende sua atenção, que te inspira, que te faz feliz. A algo que te provoca arrepios, calafrios, suspiros... A algo que seja tão importante que você largaria todo o resto para viver em função daquilo/daquela pessoa, que você abandoria todos os seus sonhos porque no fundo sabe que o seu sonho é estar com aquilo/aquela pessoa.
Vejo em muitas pessoas o amor interiorizado, escondido no escuro, louco pra sair, tentando vencer os muros construídos ao redor daquele indivíduo. Vejo pessoas que têm medo de amar por achar que o amor é um sentimento forte demais e que faz sofrer... Gostaria de explicar a cada uma dessas pessoas o real motivo do sofrimento e da dor que elas sentem, dizer que o amor é a coisa mais bela e perfeita que existe no mundo, mas como nós, pessoas, gostamos de complicar tudo, associamos o amor à recompensa, à expectativa. E é isso que complica, faz sofrer, faz sentirmo-nos destruídos e desanimados ao descobrir que a pessoa que amamos não é perfeita, ou que ela não nos ama. Esperamos uma pessoa que não se irrita, não briga, não xinga. Sorri e faz carinho nos momentos certos, faz os comentários certos nas horas certas, não sofre, não chora, não trai... e pior: que ela nos ame acima de todas as coisas, assim como a amamos. Esperamos demais, queremos algo que talvez o outro não pode dar...
Amor, em essência é amar, sem explicação científica/bíblica/teórica. Amor é amor em qualquer língua, situação, lugar, tempo e condição, amor é simplesmente se dispor a amar.
Amor é só pra se sentir, é só pra viver. Acredito que a vida se baseia integralmente no amor, nem que seja ao céu azul, ou cinza, ou à natureza. Amor às pequenas coisas, ou às grandes. Amor à Deus, ao trabalho, à família, a uma mulher que você nunca beijou, àquela mulher que você beija todos os dias. Ao seu cachorro ou seu crocodilo de estimação, às grandes construções, à história, à música. Amor a algo que prende sua atenção, que te inspira, que te faz feliz. A algo que te provoca arrepios, calafrios, suspiros... A algo que seja tão importante que você largaria todo o resto para viver em função daquilo/daquela pessoa, que você abandoria todos os seus sonhos porque no fundo sabe que o seu sonho é estar com aquilo/aquela pessoa.
Vejo em muitas pessoas o amor interiorizado, escondido no escuro, louco pra sair, tentando vencer os muros construídos ao redor daquele indivíduo. Vejo pessoas que têm medo de amar por achar que o amor é um sentimento forte demais e que faz sofrer... Gostaria de explicar a cada uma dessas pessoas o real motivo do sofrimento e da dor que elas sentem, dizer que o amor é a coisa mais bela e perfeita que existe no mundo, mas como nós, pessoas, gostamos de complicar tudo, associamos o amor à recompensa, à expectativa. E é isso que complica, faz sofrer, faz sentirmo-nos destruídos e desanimados ao descobrir que a pessoa que amamos não é perfeita, ou que ela não nos ama. Esperamos uma pessoa que não se irrita, não briga, não xinga. Sorri e faz carinho nos momentos certos, faz os comentários certos nas horas certas, não sofre, não chora, não trai... e pior: que ela nos ame acima de todas as coisas, assim como a amamos. Esperamos demais, queremos algo que talvez o outro não pode dar...
Amor, em essência é amar, sem explicação científica/bíblica/teórica. Amor é amor em qualquer língua, situação, lugar, tempo e condição, amor é simplesmente se dispor a amar.
domingo, 21 de novembro de 2010
O que não dá pra esconder
É que as vezes eu gosto de estar sozinha... Ok, muitas vezes eu gosto de estar sozinha. Eu gosto de curtir o silêncio, de analisar meus pensamentos, de falar em voz alta sem ter alguém para ouvir. Gosto de olhar para o céu sem hora para parar, sem ninguém para me incomodar... Gosto de ver as luzes do alto, de ir pra uma praça e só andar. Eu gosto de estar comigo, porque é comigo que tenho que estar.
Não digo que estar com pessoas é algo ruim, só não é o melhor pra mim. Ter que me privar, me esconder, me selecionar... Selecionar o melhor de mim e causar uma boa impressão. Sem poder falar tudo que acho, para não ser grossa, ou fazer tudo o que quero, para não parecer invasiva, desconfortável, cansada ou animada demais. Tenho que regrar meus sentimentos, minhas ações, minhas idéias, pensamentos e confusões. Tenho que esconder minha essência para fazer feliz os outros.
Estar sozinha é muito mais confortável, prático e tranquilo. Sozinha eu tenho paz e é ali que escondo tudo o que sou, para então aparecer novamente para as pessoas, mostrando aquilo que elas querem ver, escondendo aquilo que elas não querem ou podem saber. Não demonstrar isso ou aquilo, não arrotar, beber, deitar, fazer, não amar. Não aceitar, não recusar, não deixar perceber... Pessoas tem regras demais, queremos ver coisas perfeitas, o que com certeza não há em ninguém, não há em mim não há em você. Tenho preguiça das pessoas e não espero que você vá entender...
sábado, 6 de novembro de 2010
Destino?
Se desejo fazer da minha vida um vai-e-vem constante,
Alguém pode interferir?
Pode alguém exercer o poder de mudar o curso, meu vai-e-vem que nunca muda?
Alguém tem esse direito?
Posso eu oferecer vagas de intromissão na minha vida?
E essas vagas serem preenchidas?
Isso pode acontecer?
É algo que se pode anunciar nos classificados?
As rotinas e as agendas podem ser apagadas?
As vidas e o cotidiano podem ser esquecidos?
Podem as pessoas dedicarem um tempo indeterminado a algo indeterminado?
Podemos nós nos ocuparmos de uma não ocupação?
Há o que não se pode acontecer no mundo?
Pode a minha vida depender da decisão de milhões de pessoas?
Pode o mundo depender de uma só pessoa?
Pode você ter o poder de mudar o mundo, e minha vida?
Alguém pode interferir?
Pode alguém exercer o poder de mudar o curso, meu vai-e-vem que nunca muda?
Alguém tem esse direito?
Posso eu oferecer vagas de intromissão na minha vida?
E essas vagas serem preenchidas?
Isso pode acontecer?
É algo que se pode anunciar nos classificados?
As rotinas e as agendas podem ser apagadas?
As vidas e o cotidiano podem ser esquecidos?
Podem as pessoas dedicarem um tempo indeterminado a algo indeterminado?
Podemos nós nos ocuparmos de uma não ocupação?
Há o que não se pode acontecer no mundo?
Pode a minha vida depender da decisão de milhões de pessoas?
Pode o mundo depender de uma só pessoa?
Pode você ter o poder de mudar o mundo, e minha vida?
sábado, 23 de outubro de 2010
Birth-day
Dia do meu nascimento. Acaba de começar uma nova fase em minha vida. Hoje é meu aniversário e, legalmente falando, acabo de me tornar responsável pelos meus atos. Teeeenso! Muuuito tenso!Como me sinto? Estou irritada, cansada, deprimida, mais irritada e mais deprimida. Mas no fundinho tem uma alegria de mais um dia de vida e um pouquinho de esperança de que com 18 eu pense um pouco diferente de hoje e comece a levar a vida mais a sério. Veremos.
Tirando isso, vantagens: Entro em boates, posso comprar bebidas e cigarros (que não uso) sem medo, rs e posso entrar em motéis. Posso ver filmes de adullto (que já vi há hoooooras) e minha assinatura agora é válida. Enfim, nada de mais.
Desvantagens: Não posso matar ninguém, o que eu pretendia fazer com muitas pessoas, kkkk. Serei responsável por todos os meus atos, preciso ter um pouco de juízo pois, pelo menos no meu conceito, uma pessoa maior de idade tem que ter um pouco de juízo, e preciso evoluir minha mente, o que para mim é o mais difícil...
terça-feira, 19 de outubro de 2010
Os 18
É difícil, muuuuuuuito difícil admitir, mas sei que tenho trilhõõões de pontos a resolver que eu já podia ter resolvido e tenho alguns milhaaares de coisas "erradas" a acertar... E isso demoooooora!
Eu sinceramente não me sinto preparada para uma vida adulta cheia de responsailidades, não estou preparada para escolher meu curso de faculdade e seguir em frente. Não estou pronta para assumir que não fiz nada na minha vida, mas estou tentando. Estou me sentindo péssima, a crise dos 18 me atingindo em cheio...
Não entendo porque tem que ser assim!! Acho que as pessoas deveriam viver uns 150 anos, então poderíamos tomar decisões mais demoradamente, sei lá, uns 30 anos seria bom para nos situarmos, para percebermos as coisas importantes as quais seguir, para nos reconhecer, para evoluir... E teríamos ainda mais 120 anos para fazer graduação, pós graduação, mestrado, doutorado, etc. de quantos cursos quiséssemos e ainda uns 100 anos para aproveitar nossa vida com namoros, amigos, festas, filmes, internet, TV, e outras coisas mais que cada um julgasse importante para sua vida. Envelheceríamos mais ou menos aos 100, pra mim estaria tudo certo!Aiiiiiii, nessa ilusão me perdi novamente de minhas idéias... Nem terapia está ajudando! É, fulaninha (hahhha, adorei o termo) acho que meu problema vai além de algo psico-tratável. Eu mesma tenho que trabalhar comigo. Mas não sei como fazer isso e ninguém sabe me explicar. As pessoas dizem que "temos que desenvolver o nosso EU" ou "trabalhar o pensamento", "buscar entender a si mesmo". Mas desconfio que ninguém sabe como fazer isso, já que ninguém se dispões a dizer como fazê-lo!
quarta-feira, 22 de setembro de 2010
Alguém anotou a placa?
Fui atropelada. Estou no chão, completamente esmagada por um caminhão de pensamentos que descarregaram em mim. Primeira pergunta:
>Onde está toda a mudança que eu venho falando praticamente desde o primeiro post?
Segunda >Cadê as atitudes que eram para terem sido tomadas para resolver os problemas que também venho falando há hooras?
Terceira >É tão difícil assim encontrar uma terapia? Porque eu ainda não comecei a fazer, se já tomei a decisão?
Procrastinação. Esse deveria ser o meu sobrenome. Decido mil coisas e não faço. E isso não adianta! Decidir é muito fácil (não, não é, mas em comparação se torna.), mas e agir? Não adianta decidir sem agir e é só isso que eu faço, O TEMPO TODO!!!
Ok, a Maria me derrota com todas as “acusações”, perguntas e “xingamentos”, mas uma coisa é muito certa: só ela consegue me colocar pra frente desse jeito e me fazer tomar um rumo de verdade. Ela poderia ser uma ótima mamis, haha.
“Eu ja te alertei zilhões de vezes (eu disse que eu não percebo que distorço as quando é mais conveniente pra mim), e se vc continua fazendo é pq quer, nem que seja inconscientemente, vc quer, e faz... quem nem o lugar de coitada, vc não quer mais ele, mas ta lá, e goza com esse lugar!!!
Mas sabe que pensando bem, uma mãe como eu lhe faria muito bem.... ia te sacudir um mucado e nuuuunca permitiria essa lenga lenga toda...
(Eu disse que não a culpo pelos meus delírios, crises e problemas e...) Vc não me culpa mas me coloca no centro da crise, e eu não aceito esse lugar, vc ta cansada de saber disso!
‘O que eu queria mesmo era apenas isso. Uma conversa d vez em quando, querer saber como a outra está.’ ISSO VC TEM, NUNCA DEIXOU DE TER!!!!! que buraco grande é esse q vc tem q nunca preenche, que demanda é essa q nunca é suprida?!Já caçou uma terapia?! vc num tem uma pulga pra cuidar, pega seu salário e investe no seu amadurecimento psíquico! existem clínicas sociais, existem faculdades com esse serviço e existem profissionais bacanas que fazem preços baixos....Já caçou uma faculdade?! ou esse lugar de auxiliar administrativo vai te servir pra sempre?!?!”
Não é nem um pouco divertido, nem um pouco legal ouvir isso de uma pessoa q eu gosto tanto, mas entendi completamente o que ela quis dizer, e acho que é só assim mesmo que entendo. Eu sou meio contraditória (com ações, rs.)... Eu peço uma coisa e quero (ou preciso) de outra. Eu peço alguém meega submisso, mas o que dá certo pra mim e o que eu preciso é de alguém que tenha autoridade. Eu peço que me entendam, mas na verdade o que eu quero é que não concordem comigo, que tenha ideias contrárias e que discuta comigo para chegarmos a um ponto em comum, ou que ficamos discutindo até cansarmos e concordamos que não tem resposta... Peço que sejam pacientes e compreensivos, enquanto eu quero que me cobrem e digam que não é bem assim...
Talvez eu tenha mesmo que procurar um(a) psicólogo(a), não só porque eu acho que seria melhor para mim, mas pela visão da Maria, de um verdadeiro tratamento psíquico!
Estava pensando... Ouço o tempo todo: “como você mudou” ou “nossa! Você está diferente, mais bonita, parece mais feliz, mais crescida...”... E só consigo pensar como essas mudanças são tão óbvias para os outros, mas nada pra mim mudou e acredito que, de importante, nada mesmo tenha mudado.
Como estou mudada
Mas há mudança física, não psíquica...
Há mudança de embalagem sem alteração do produto
São mudanças de ambiente, mudança de humor
São mudanças superficiais, mudanças aparentes
Mas não permanentes e não essenciais!
>Onde está toda a mudança que eu venho falando praticamente desde o primeiro post?
Segunda >Cadê as atitudes que eram para terem sido tomadas para resolver os problemas que também venho falando há hooras?
Terceira >É tão difícil assim encontrar uma terapia? Porque eu ainda não comecei a fazer, se já tomei a decisão?
Procrastinação. Esse deveria ser o meu sobrenome. Decido mil coisas e não faço. E isso não adianta! Decidir é muito fácil (não, não é, mas em comparação se torna.), mas e agir? Não adianta decidir sem agir e é só isso que eu faço, O TEMPO TODO!!!
Ok, a Maria me derrota com todas as “acusações”, perguntas e “xingamentos”, mas uma coisa é muito certa: só ela consegue me colocar pra frente desse jeito e me fazer tomar um rumo de verdade. Ela poderia ser uma ótima mamis, haha.
“Eu ja te alertei zilhões de vezes (eu disse que eu não percebo que distorço as quando é mais conveniente pra mim), e se vc continua fazendo é pq quer, nem que seja inconscientemente, vc quer, e faz... quem nem o lugar de coitada, vc não quer mais ele, mas ta lá, e goza com esse lugar!!!
Mas sabe que pensando bem, uma mãe como eu lhe faria muito bem.... ia te sacudir um mucado e nuuuunca permitiria essa lenga lenga toda...
(Eu disse que não a culpo pelos meus delírios, crises e problemas e...) Vc não me culpa mas me coloca no centro da crise, e eu não aceito esse lugar, vc ta cansada de saber disso!
‘O que eu queria mesmo era apenas isso. Uma conversa d vez em quando, querer saber como a outra está.’ ISSO VC TEM, NUNCA DEIXOU DE TER!!!!! que buraco grande é esse q vc tem q nunca preenche, que demanda é essa q nunca é suprida?!Já caçou uma terapia?! vc num tem uma pulga pra cuidar, pega seu salário e investe no seu amadurecimento psíquico! existem clínicas sociais, existem faculdades com esse serviço e existem profissionais bacanas que fazem preços baixos....Já caçou uma faculdade?! ou esse lugar de auxiliar administrativo vai te servir pra sempre?!?!”
Não é nem um pouco divertido, nem um pouco legal ouvir isso de uma pessoa q eu gosto tanto, mas entendi completamente o que ela quis dizer, e acho que é só assim mesmo que entendo. Eu sou meio contraditória (com ações, rs.)... Eu peço uma coisa e quero (ou preciso) de outra. Eu peço alguém meega submisso, mas o que dá certo pra mim e o que eu preciso é de alguém que tenha autoridade. Eu peço que me entendam, mas na verdade o que eu quero é que não concordem comigo, que tenha ideias contrárias e que discuta comigo para chegarmos a um ponto em comum, ou que ficamos discutindo até cansarmos e concordamos que não tem resposta... Peço que sejam pacientes e compreensivos, enquanto eu quero que me cobrem e digam que não é bem assim...
Talvez eu tenha mesmo que procurar um(a) psicólogo(a), não só porque eu acho que seria melhor para mim, mas pela visão da Maria, de um verdadeiro tratamento psíquico!
Estava pensando... Ouço o tempo todo: “como você mudou” ou “nossa! Você está diferente, mais bonita, parece mais feliz, mais crescida...”... E só consigo pensar como essas mudanças são tão óbvias para os outros, mas nada pra mim mudou e acredito que, de importante, nada mesmo tenha mudado.
Como estou mudada
Mas há mudança física, não psíquica...
Há mudança de embalagem sem alteração do produto
São mudanças de ambiente, mudança de humor
São mudanças superficiais, mudanças aparentes
Mas não permanentes e não essenciais!
Juliana Freitas Scarabelli
quarta-feira, 15 de setembro de 2010
As pessoas
Se fosse fácil interagir com as pessoas
Não seria bom se entregar
Não teria o que fazer
Ou por quem se apaixonar
Se as pessoas fossem todas legais
Não existiriam melhores amigas
Não existiriam namorados
Nem haveria pessoas queridas
Se ninguém tivesse defeitos
De nada adiantaria ter qualidade
Não haveria diferença entre bom e ruim
Não existiria bondade nem maldade.
Se as pessoas fossem todas perfeitas
Não teria a menor graça conquistá-las
Não despertariam interesses nem emoções
Pois seria normal demais amá-las.
sábado, 11 de setembro de 2010
Só preciso de você
O meu amor é alimentado pelo teu silêncio... Quanto mais me ignora, mais tenho vontade de te ter. E de te pertencer. Não é perseguição nem loucura, talvez um toque de masoquismo, talvez apenas vontade de você, talvez apenas necessidade de fazer você me ver. Cada e-mail não respondido e cada mensagem ignorada me fazem ter mais alegria quando estes são respondidos, me fazem tremer de felicidade e emoção ao ler um simples ok seu.
É isso que eu sei sobre mim: você! E só o que quero é você do meu lado... assim posso te "esquecer" e ser só sua amiga. É estranho dizer isso, mas é assim que funciona para mim, quanto mais se afasta, mais quero você e mais preocupada em te "conquistar" eu fico. Quanto mais perto, menos penso em você, já que você está aqui mesmo, ao meu lado. E crio menos expectativa, porque estou vendo você e algo real está acontecendo (mesmo não sendo o que eu sempre esperei), portanto não vou criar fantasias encima disso, então menos vontade e menos ilusão eu teria a seu respeito.
Resumindo: Preciso de você. Seja para te ter, seja para te esquecer.
Te amo!
É isso que eu sei sobre mim: você! E só o que quero é você do meu lado... assim posso te "esquecer" e ser só sua amiga. É estranho dizer isso, mas é assim que funciona para mim, quanto mais se afasta, mais quero você e mais preocupada em te "conquistar" eu fico. Quanto mais perto, menos penso em você, já que você está aqui mesmo, ao meu lado. E crio menos expectativa, porque estou vendo você e algo real está acontecendo (mesmo não sendo o que eu sempre esperei), portanto não vou criar fantasias encima disso, então menos vontade e menos ilusão eu teria a seu respeito.
Resumindo: Preciso de você. Seja para te ter, seja para te esquecer.
Te amo!
quinta-feira, 9 de setembro de 2010
É só amor...!
Se algum dia
Decidir me perdoar
Se em alguma noite fria
Quiser alguém pra te esquentar
Se durante um breve delírio perceber
Que foi um erro a discussão,
Decidir voltar e correr
Em minha direção
Se um dia tiver vontade
De me amar
Ou apenas saudadeE quiser me encontrar
Quero que lembre-se sempre
Que em qualquer lugar que imaginar
E a qualquer momento
Eu estarei lá!
Izabella T. Silvestre de Assis
Estarei sempre te esperando, sempre e sempre estarei lá... Lembrei tanto de você essa semana! E decidi que tenho que te respeitar. Se você não quer, eu não tenho, eu não posso insistir. Mas lembre-se sempre que eu nunca, jamais irei esquecer você.
Não vou esquecer nenhuma das mensagens desde a primeira, em que me chamou de pequena, e disse que sentia falta de falar comigo à noite, que era sem cabimento isso, até a última, em que me deu ma mega tirada, dizendo que ia sair com seu namorado, e que era pra eu chamar a minha namorada pra ir comigo ao jazz...
Jamais vou me esquecer de todos os e-mails e bate-papos, onde a gente se falava tanto, o tempo todo, falando besteiras, falando sobre o tempo, sobre relacionamentos, sobre nosso beijo, sobre o Marcelo, sobre a vida... Lembro do primeiro mail, que vc disse que seríamos ótimas amigas! No início você nem se importava com a idade, ou com o sexo. Você nunca se importou em falar sobre o beijo, sobre o que faríamos quando nos encontrássemos e cumpríssemos nossa "ordem", que já tinha se tornado tão prazerosa, e que não era apenas uma ordem mais...
Lembro de quando teve uma briga comigo e consigo, a respeito da minha demanda por você, e que você se doava tanto para mim. E pouquíssimo tempo depois já tínhamos esquecido tudo isso, e você me dizia que queria que eu estivesse assistindo um filme contigo, ou na cama, mesmo que só pra fazer volume, lembra? Lembro quando você me "obrigou" a apagar todas as suas mensagens, mandando beijos "em qualquer lugar, mesmo?"...
Parece que foi tudo fruto da minha imaginação, um sonho de 3 ou 4 meses, tão apaixonante e tão maluco... Hoje estou confusa e pensei em você o dia inteiro. Fiz coisas de adolescente, como te ligar e ficar ouvindo sua voz na secretária (Ah, desculpe se você ouvir alguma lá no consultório sem sentido. Fui eu, mas não foi intencional... Achei que você tinha atendido...), todas as coisas que fiz fiquei imaginando o que você falaria, fiquei imaginando por horas uma conversa com você, falei sozinha, falei contigo sem você saber.
Mas tudo isso ficou junto com nossa história, como se fosse apenas um sonho, porque não é racional de se fazer, não faz sentido. Eu estou maluca e confusa, como sempre. Em um ano deu pra você perceber como eu sou, né? Estou confusa a respeito do que sinto por você, ainda. Não sei mesmo se é coisa de "amantes" ou de amigas, só sei que é amor. E dos piores: incondicional.
Virou um ritual eu ouvir U2 e Macy Gray. Hoje ouvi mil vezes, e essas partes sempre me fazem pensar em você:
"What once was hurt
What once was friction
What left a mark
No longer stings
Because Grace makes beauty
Out of ugly things"
"I try to walk away and I stumble
though I try to hide it, it's clear
my world crumbles when you are not here."
quinta-feira, 26 de agosto de 2010
Aparência vs essência
Li num blog e achei muito interessante. Infelizmente não me lembro o nome do blog, minha memória é péssima, acabei de sair de lá ¬¬'. Mas é isso, pra refletir:
"Viver em sociedade é um desafio porque às vezes ficamos presos a determinadas normas que nos obrigam a seguir regras limitadoras do nosso ser ou do nosso não-ser...
Quero dizer com isso que nós temos, no mínimo, duas personalidades: a objetiva, que todos ao nosso redor conhece; e a subjetiva... Em alguns momentos, esta se mostra tão misteriosa que se perguntarmos - Quem somos? Não saberemos dizer ao certo!!!
Agora de uma coisa eu tenho certeza: sempre devemos ser autênticos, as pessoas precisam nos aceitar pelo que somos e não pelo que parecemos ser... Aqui reside o eterno conflito da aparência x essência."
"Viver em sociedade é um desafio porque às vezes ficamos presos a determinadas normas que nos obrigam a seguir regras limitadoras do nosso ser ou do nosso não-ser...
Quero dizer com isso que nós temos, no mínimo, duas personalidades: a objetiva, que todos ao nosso redor conhece; e a subjetiva... Em alguns momentos, esta se mostra tão misteriosa que se perguntarmos - Quem somos? Não saberemos dizer ao certo!!!
Agora de uma coisa eu tenho certeza: sempre devemos ser autênticos, as pessoas precisam nos aceitar pelo que somos e não pelo que parecemos ser... Aqui reside o eterno conflito da aparência x essência."
quarta-feira, 25 de agosto de 2010
Sorry!
Hoje, mais uma vez, não aqui, mas mais uma vez desde sempre, vim te pedir desculpas. Talvez isso te irrite mais, talvez você nem esteja irritada, talvez você nem leia, talvez ache o máximo que eu, mais uma vez, esteja me achando um cu por ter nos afastado de novo e talvez não ache nada, simplesmente ignore. É o que costuma fazer...
Bom, acho que uma de nós duas está com problemas mentais (e, claro, acho que sou eu!). Você resolve me "alfinetar" dizendo pra eu chamar 'minha namorada' para o Jazz Festival. É, o Jazz acho que hoje que percebi o que estava pensando quando você respondeu a mensagem. Juro que pensei que ia simplesmente ignorar, já estava super mal e ai você responde, então eu achei que você poderia até ir, já que respondeu. E você me diz que está na aula e vai sair com o namorado. Confesso que ainda não consigo me controlar e fiquei meio enciumada com isso (ok, eu sei que não tenho esse direito, já estou trabalhando nisso.), mas achei ótimo que havia me respondido e dado um motivo pra não sair comigo para um programa sem noção que te convidei uma hora antes, rs.
O que achei estranho, quero dizer, muito estranho foi você me dizer pra eu chamar minha namorada! Que namorada?!?! Porque isso? Eu não tinha nem namorado antes e você sabe como eu era (sou!) péssima com pessoas. Como, Deus! Como eu iria ter uma namorada? Mas ok, passou e está tudo bem...Quero mesmo me desculpar é por ainda fazer coisas tão teens e te mandar mails com bate-papos antigos e que eu tanto amo (*-*) mas que não tem nada a ver você ler... Pedir desculpas pelas mensagens idiotas dizendo que "não tem mais nada, já desencanei de nós duas...". Acho que estou repetindo isso taanto pra ver se eu acredito que é mesmo verdade. E é verdade! Eu só queria que com você acreditando mesmo nisso (e eu sei que acredita) a gente se reaproximasse e fosse tudo como antes... Ser sua amiga é ótimo e sinto falta disso todos os dias, o tempo todo.
Eu odeio perceber que fiz uma burrada e que isso me fez perder uma das pessoas mais importantes da minha vida (eu sei que nisso você não acredita, tá? e que diria agora: "deixa de besteira, Juliana! Que preguiiiiiça! Tô morrendo de dó, olha meu coração pingando!!"). Mas tudo bem, talvez algum dia a gente volte a se falar como antes, e você diga exatamente isso para mim, quando eu ficar sentimental e mulherzinha demais...
Acordei com Drummond!
Hoje acordei e pensei "preciso encontrar o Carlos Drummond", é, Carlos Drummond de Andrade, o próprio! Nããão, não pensei em me matar nem nada, nem acho que se fizesse isso o encontraria, rs. Achei muito estranho e verifiquei se eu estava acordada mesmo, se não era mais um sonho maluco (hoje tive muitos). Bom, não estava. Estava acordadinha da silva e sem entender por que cargas d'água Drummont veio assim na minha mente. Eu nem ligo assim taaaanto pra ele... hahah, ok, eu ligo, mas não a ponto de acordar pensando no cara, "cruizes"!!!
Fui ver o que eu sabia do sujeito e, bom, sei o suficiente, sei que nasceu em 1902, que deveria ter vivido até hoje, para ver se ensinava às pessoas a "arte de amar"... Não contente, fui ver se encontrava um livro dele e encontrei, claro, sempre que quero consigo. "Amar se aprende amando", foi o livro. Não li tuudo, tudo, mas só pelo enunciado, pelas poesias que li, percebi que é uma grande verdade que ninguém se importa muito em saber. A gente só aprende fazendo, e só ama, amando. Já havia aprendido isso, uma amiga (ou ex-amiga?) já tinha me dito, e tudo que ela diz, é lei e eu acredito, pois sei que sempre, mais cedo ou mais tarde, eu irei concordar. Mais uma vez, PESSOA, concordo com você. "Só se sabe o que é se apaixonar, quando se apaixona", você me disse certa vez. E só se sabe se está amando, quando se ama, já aprendi minha lição.
"Amar solenemente as palmas do deserto,
o que é entrega ou adoração expectante,
e amar o inóspito, o áspero,
um vaso sem flor, um chão de ferro,
e o peito inerte, e a rua vista em sonho, e uma ave de rapina."
Carlos Drummond de Andrade
Fui ver o que eu sabia do sujeito e, bom, sei o suficiente, sei que nasceu em 1902, que deveria ter vivido até hoje, para ver se ensinava às pessoas a "arte de amar"... Não contente, fui ver se encontrava um livro dele e encontrei, claro, sempre que quero consigo. "Amar se aprende amando", foi o livro. Não li tuudo, tudo, mas só pelo enunciado, pelas poesias que li, percebi que é uma grande verdade que ninguém se importa muito em saber. A gente só aprende fazendo, e só ama, amando. Já havia aprendido isso, uma amiga (ou ex-amiga?) já tinha me dito, e tudo que ela diz, é lei e eu acredito, pois sei que sempre, mais cedo ou mais tarde, eu irei concordar. Mais uma vez, PESSOA, concordo com você. "Só se sabe o que é se apaixonar, quando se apaixona", você me disse certa vez. E só se sabe se está amando, quando se ama, já aprendi minha lição.
"Amar solenemente as palmas do deserto,
o que é entrega ou adoração expectante,
e amar o inóspito, o áspero,
um vaso sem flor, um chão de ferro,
e o peito inerte, e a rua vista em sonho, e uma ave de rapina."
Carlos Drummond de Andrade
domingo, 22 de agosto de 2010
Análise aos 17
Bom,hoje estava analisando as fases da minha vida. Conclusões depois de 40 minutos conversando com o espelho no banheiro:
>De 01 a 03 anos - Comia, dormia, e as pessoas faziam tudo o que eu queria;
>04 a 07 anos - as pessoas ainda faziam tudo o que eu queria e eu sabia disso, então eu aproveitava. Comecei a aprender algo que nunca mais parei de fazer: ler. Ah, e dei meu primeiro beijo;
>08 a 11 anos - tinha escola e me achava o máximo por ser a mais inteligente da sala, os professores eram apaixonados comigo e faziam tudo o que eu queria, mas nenhum dos colegas de sala me davam bola. Nem amigos, nem namoradinhos, a não ser meu primo, que eu falei acima. É, o do beijo;
>12 a 14 anos - Dei meu primeiro beijo, digamos... depois que entendi o que era um beijo de verdade, ganhei seios... maas eu me sentia simplesmente um cocô. Ahahaha, uma merda, literalmente. Ser a garota mais inteligente da sala já não era mais suficiente e ser ignorada por todos era uma m....! Então comecei minha crise depressiva e melancólica, chaaaaaaata e triste que ninguém suportava. Conclusão? bom, não adiantou nada.
>15 a 17 anos - percebi que minha crise e toda a coisa de eu me achar e ser a mais inteligente da turma não fazia o menor sentido, desisti de morrer, conheci coisas que nunca imaginei que existiam, aprendi sobre sexo, sobre amigos, sobre internet, sobre trabalho, sobre escola, faculdade e cursos, sobre preconceitos, sobre conceitos, sobre a vida, sobre fantasias, sobre o amor, sobre o ódio, descobri como é levar um pé na bunda, ouvi meu primeiro não, entendi que morrer não era a melhor saída, tive e perdi minha melhor amiga de todos os tempos, tive e perdi meu primeiro namorado, dei meu primeiro beijo em uma garota, fiz minha primeira viajem só com amigas, descobri que as mães inventam que sabem onde você está e o que está sentindo, desacreditei e acreditei em Deus, decidi fazer terapia, perdi o medo do gineco, descobri que psicólogos podem ser legais e percebi que, se só consegui ver as coisas feitas em 17 anos aos desessete, talvez quando eu tiver uns 25 ou 30 eu consiga enxergar as coisas que estou fazendo hoje, então vou "deixar a vida me levar", cansei de me preocupar com o que pode acontecer ou o que pode ser, ou o que poderia ter sido. Agora já foi, e vamos ver no que dá.
>De 01 a 03 anos - Comia, dormia, e as pessoas faziam tudo o que eu queria;
>04 a 07 anos - as pessoas ainda faziam tudo o que eu queria e eu sabia disso, então eu aproveitava. Comecei a aprender algo que nunca mais parei de fazer: ler. Ah, e dei meu primeiro beijo;
>08 a 11 anos - tinha escola e me achava o máximo por ser a mais inteligente da sala, os professores eram apaixonados comigo e faziam tudo o que eu queria, mas nenhum dos colegas de sala me davam bola. Nem amigos, nem namoradinhos, a não ser meu primo, que eu falei acima. É, o do beijo;
>12 a 14 anos - Dei meu primeiro beijo, digamos... depois que entendi o que era um beijo de verdade, ganhei seios... maas eu me sentia simplesmente um cocô. Ahahaha, uma merda, literalmente. Ser a garota mais inteligente da sala já não era mais suficiente e ser ignorada por todos era uma m....! Então comecei minha crise depressiva e melancólica, chaaaaaaata e triste que ninguém suportava. Conclusão? bom, não adiantou nada.
>15 a 17 anos - percebi que minha crise e toda a coisa de eu me achar e ser a mais inteligente da turma não fazia o menor sentido, desisti de morrer, conheci coisas que nunca imaginei que existiam, aprendi sobre sexo, sobre amigos, sobre internet, sobre trabalho, sobre escola, faculdade e cursos, sobre preconceitos, sobre conceitos, sobre a vida, sobre fantasias, sobre o amor, sobre o ódio, descobri como é levar um pé na bunda, ouvi meu primeiro não, entendi que morrer não era a melhor saída, tive e perdi minha melhor amiga de todos os tempos, tive e perdi meu primeiro namorado, dei meu primeiro beijo em uma garota, fiz minha primeira viajem só com amigas, descobri que as mães inventam que sabem onde você está e o que está sentindo, desacreditei e acreditei em Deus, decidi fazer terapia, perdi o medo do gineco, descobri que psicólogos podem ser legais e percebi que, se só consegui ver as coisas feitas em 17 anos aos desessete, talvez quando eu tiver uns 25 ou 30 eu consiga enxergar as coisas que estou fazendo hoje, então vou "deixar a vida me levar", cansei de me preocupar com o que pode acontecer ou o que pode ser, ou o que poderia ter sido. Agora já foi, e vamos ver no que dá.
sábado, 21 de agosto de 2010
Queria ser o seu namorado (mas não por querer te namorar...!)
Hoje, só por hoje, eu queria ser o João (nome fictício). É, o João. Queria sentir o que ele sente por você, perceber o que você sente por ele e isso ser por mim, só por um dia... Poder estar ao seu lado na cama, deixar meu peito nu (e sarado) à disposição da sua cabeça, que quer sempre descansar ali, poder te ligar no meio da tarde só pra ver como você está sem você achar isso estranho, ou chato demais, ou pensar que estou te perseguindo...
Queria apenas ir tomar alguma coisa com você, conversar. Queria conhecer seus pais, poder ir à sua casa. Ter uma vontade súbita de te ver e ir te buscar na pós (ainda terça e quinta?), ou passar no seu consultório só pra dar um alô, sem que isso pareça psicótico...
Queria ter a sensação de fazer parte do seu dia, da sua vida, ter passado da “fase internet” e ser mais que “ninguém importante” pra você.
Só por um dia queria ser o João... Pra te entender, pra estar com você, ou só pra te ver. Só por um dia. E talvez assim eu aprendesse maneiras de não te irritar, ou como fazer você sorrir... Talvez eu (como João) perguntasse sobre mim (como eu mesma) e saberia o que você pensa de mim, ou se você se lembra de mim, veria o que eu significo pra você, de nada a um pouco e talvez assim, talvez, eu conseguiria que fossemos amigas de novo...
Só pra não arrumar confusão, quero dizer que tudo isso que eu quero, é só pra te entender melhor, saber bem como você é, te conhecer direito, ter a chance de te agradar de vez em quando, ter a chance de conseguir ser uma boa amiga, só amiga, juro. Ah, ontem li o Insônia de novo e lembrei-me de você, claro! Entrei total na história e fiquei pensando que era mais ou menos igual a gente. Eu era a Cláudia, e você a Dea, só que um pouco mais nova, e entendi ainda mais esse amor que sinto por você, é muito como o que a Cláudia descreve que sente pela Dea, é muita admiração, é muita curiosidade, é muito tudo. A Cláudia é fã da Dea, e eu sou sua. Forever.
Queria apenas ir tomar alguma coisa com você, conversar. Queria conhecer seus pais, poder ir à sua casa. Ter uma vontade súbita de te ver e ir te buscar na pós (ainda terça e quinta?), ou passar no seu consultório só pra dar um alô, sem que isso pareça psicótico...
Queria ter a sensação de fazer parte do seu dia, da sua vida, ter passado da “fase internet” e ser mais que “ninguém importante” pra você.
Só por um dia queria ser o João... Pra te entender, pra estar com você, ou só pra te ver. Só por um dia. E talvez assim eu aprendesse maneiras de não te irritar, ou como fazer você sorrir... Talvez eu (como João) perguntasse sobre mim (como eu mesma) e saberia o que você pensa de mim, ou se você se lembra de mim, veria o que eu significo pra você, de nada a um pouco e talvez assim, talvez, eu conseguiria que fossemos amigas de novo...
Só pra não arrumar confusão, quero dizer que tudo isso que eu quero, é só pra te entender melhor, saber bem como você é, te conhecer direito, ter a chance de te agradar de vez em quando, ter a chance de conseguir ser uma boa amiga, só amiga, juro. Ah, ontem li o Insônia de novo e lembrei-me de você, claro! Entrei total na história e fiquei pensando que era mais ou menos igual a gente. Eu era a Cláudia, e você a Dea, só que um pouco mais nova, e entendi ainda mais esse amor que sinto por você, é muito como o que a Cláudia descreve que sente pela Dea, é muita admiração, é muita curiosidade, é muito tudo. A Cláudia é fã da Dea, e eu sou sua. Forever.
quarta-feira, 18 de agosto de 2010
Muito adolescente... (ou quase adulta!)
Constantemente falo de crescimento e amadurecimento. Falo do que sei a respeito dessas coisas e as coisas que não sei, estou disposta a aprender e a ouvir (ler). Recebo uns sermões e ouço (leio) muito sobre eu ser muito adolescente, muito teen, e concordo. Às vezes eu ajo mesmo como uma adolescente mulherzinha, com pittis e crises, mas as pessoas têm que entender que eu sou adolescente e sou mulher, portanto é normal eu bancar a adolescente mulherzinha de vez em quando e isso COM CERTEZA não significa que sou total pitti e crises.
Eu sou muito racional em diveeeersas áreas da minha vida, consigo ser muito adulta quando quero, sou extremamente responsável quando necessário, tenho idéias e pensamentos que quase ninguém da minha idade tem, porque hoje os adolescentes, pré-adolescentes e jovens estão mais preocupados em serem da família “Capslock”, “Cine” ou “Hori” e serem amados por cada bandazinha colorida do que fazerem uma faculdade ou estudar inglês, ou espanhol, ou alemão, ou com sua própria vida além-pupalaridade.
Estão mais preocupadas se os caras mais velhos estão “afim” delas (É claaaro que eles não estão a fim de vocês! Vocês são só um peitinho e uma bundinha bonitas, vocês não servem para namorar, já que só querem saber de caras bonitos e bem-dotados, bandinhas coloridas e maquiagem! Só ter aparência NÃO SERVE para os caras mais velhos! Tem que ter conteúdoo! (eu acho...)) do que se conseguiram uma boa nota na escola, ou se sabem escrever direito, o que eu acredito que já não preocupa mais ninguém, já que vejo taanta gente de, sei lá, 15 anos, ou minha idade, ou 20, 25 anos escrevendo ‘vs’, ‘vse’ ou ‘vçe’ (isso significa voçe ou versus (haha!) que, por sua vez, significa você.) ou coisa pior (sim, tem coisa pior!).
Não sei. Talvez eu seja adolescente mesmo, mas não adolescente demais, já que os adolescentes de hoje são quase crianças, gostando de mil cores juntas e um cantor de 15 anos, e ainda aprendendo a escrever. Talvez eu seja muito adolescente, comparada aos antigos adolescentes, dos anos 90 ou início de 2000 e talvez eu seja bem adulta, comparada aos adolescentes (e alguns jovens!) de hoje. Por isso prefiro dizer que sou adulta, não demais, mas já saindo da adolescência, já que estamos no ano de 2010 e eu sou uma adolescente desse tempo.
Eu sou muito racional em diveeeersas áreas da minha vida, consigo ser muito adulta quando quero, sou extremamente responsável quando necessário, tenho idéias e pensamentos que quase ninguém da minha idade tem, porque hoje os adolescentes, pré-adolescentes e jovens estão mais preocupados em serem da família “Capslock”, “Cine” ou “Hori” e serem amados por cada bandazinha colorida do que fazerem uma faculdade ou estudar inglês, ou espanhol, ou alemão, ou com sua própria vida além-pupalaridade.
Estão mais preocupadas se os caras mais velhos estão “afim” delas (É claaaro que eles não estão a fim de vocês! Vocês são só um peitinho e uma bundinha bonitas, vocês não servem para namorar, já que só querem saber de caras bonitos e bem-dotados, bandinhas coloridas e maquiagem! Só ter aparência NÃO SERVE para os caras mais velhos! Tem que ter conteúdoo! (eu acho...)) do que se conseguiram uma boa nota na escola, ou se sabem escrever direito, o que eu acredito que já não preocupa mais ninguém, já que vejo taanta gente de, sei lá, 15 anos, ou minha idade, ou 20, 25 anos escrevendo ‘vs’, ‘vse’ ou ‘vçe’ (isso significa voçe ou versus (haha!) que, por sua vez, significa você.) ou coisa pior (sim, tem coisa pior!).
Não sei. Talvez eu seja adolescente mesmo, mas não adolescente demais, já que os adolescentes de hoje são quase crianças, gostando de mil cores juntas e um cantor de 15 anos, e ainda aprendendo a escrever. Talvez eu seja muito adolescente, comparada aos antigos adolescentes, dos anos 90 ou início de 2000 e talvez eu seja bem adulta, comparada aos adolescentes (e alguns jovens!) de hoje. Por isso prefiro dizer que sou adulta, não demais, mas já saindo da adolescência, já que estamos no ano de 2010 e eu sou uma adolescente desse tempo.
terça-feira, 17 de agosto de 2010
Pensamento, cobranças e terapia

Sim, hoje estou aqui de novo. Problemas? Não, o mesmo de sempre, dúvidas, certezas e quase certezas, acho que mais dúvidas e quase certezas do que certezas mesmo... Afinal, existe certeza, verdade absoluta? Sei lá... e afinal não é disso q venho falar (escrever). Acho que meu drive (é isso que pesa os aparelhos eletrônicos? Ou é memória? Acho que é memória, mas enfim...) está meio pesado ultimamente, acho que o dia do pensamento me deixou ainda mais maluca, mais pensativa, com mais e mais coisas na cabeça.
Bom, mas o que era mesmo que eu estava pensando em escrever??? Eu não estou bem, sério... Preciso de terapia. Ahhhhh! Terapia, lembrei! É claro que é sobre isso...
Então, lendo, relendo, procurando e editando meus posts sobre Maria (vou chamar de Maria.), me deu curiosidade, fui até o blog dela ver o que estava acontecendo por lá... Não, não era isso. Fui mesmo ver o que estava acontecendo por lá, mas eu não ia mais falar dela... Ah! Li alguma (ou algumas, seus posts sempre me fazem pensar, droga!) coisa(s) lá que me fez(izeram) querer escrever. Ah! Minha falta de atitude por medo de assustar, de cobrar demais, de 'demandar' muito... (não tinha nada escrito lá sobre isso, de onde tirei essa idéia? acho que foi pensando em você, maas, continuando..)
Depois do "pé na bunda" que a Maria me deu e de todos os sermões como "você demanda demais, acho que é isso..." ou "não tenho cabeça para te suprir de toda essa demanda" ou "seu desespero tem me sufocado" ou "fico sem saber o que fazer" ou "me da um tempo para respirar", me obriguei a policiar minhas atitudes, prestar atenção nas pessoas que amo e o que espero ou peço delas, para não sufocá-las e fazer com que elas se afastem.
Hoje fiquei pensando no que seria melhor a fazer e cheguei à conclusão que eu estive errada, duas vezes. Errada por ter demandado demais, não só da Maria, mas de todos, sempre, e por ter deixado de aparecer, de "cobrar", deixado de ter atitude. Percebo que sou sempre assim, e isso me fez pensar em mais um ponto que devo mudar em minha, digamos, personalidade. Para mim é sempre 8 ou 80, sempre "ou me ama ou me odeia, no mínimo me ignora", "ou faço ou não faço, ficar pensando em fazer não dá!"...
Mas às vezes é bom pensar antes de dizer "eu amo" ou de fazer o que não deveria ter feito ou ter decidido não fazer algo que deveria ter feito, já que decidi que não ia fazer, e pronto.
Então decidi que não ia mais cobrar nem demandar de ninguém, não ia mais grudar a minha vida na de outra pessoa (nem mesmo da Maria), e acabei me tornando (outra vez) sozinha. Então resolvi voltar ao que era antes e, como não tinha mais Maria, encontrei uma pessoinha e fui cobrar da coitada. O que aconteceu? adivinhaaaa!! Me ferrei outra vez. Menos uma pessoa em minha vida, droga!
Enfim, me tornei um meio termo (pelo menos nessa questão, estou sendo) e agora,demandando o necessário, amando quando me permito ou me sinto permitida, cobrando apenas o que eu daria à pessoa (talvez menos, porque acho que eu estou disposta a ser cobrada mais do que outras pessoas) e tomando atitude (na verdade ainda não estou tomando atitude no que deveria, mas é um "plano" próximo, então me sinto a vontade de falar (escrever) que já estou vivendo.).
Já disse que tenho que fazer terapia? É, cheguei à essa conclusão ontem, enquanto fiquei duas horas (DUAS HORAS!!!) trancada no banheiro porque a fechadura quebrou (mentira, seria mais legal se fosse isso, mas a verdade é que gosto de pensar no banheiro, olhando pro espelho, então levei uma cadeira pro banheiro (confesso que até eu achei estranho)) e fiquei lá, conversando comigo mesma (acho que faço isso pra não dizer que falo sozinha, afinal, estava falando com o meu reflexo, ok, converso com o espelho, mas não é sozinha!). Conclui também que, como sempre, Maria estava certa, e terapia é necessário, a coisa do espelho foi a gota d'água...
Preciso de um psicólogo, e um mooonte de chocolate, brigadeiro e bolo enquanto isso. Urgenteee! Alguém me indica algum? E me ajuda a fazer o brigadeiro? eu sempre queimo (ou a mim, ou o brigadeiro!)...
segunda-feira, 16 de agosto de 2010
Esse amor que me enlouquece...!
Sinceramente não sei mais o que é verdade,
Ou o que é mentira.
Não sei das coisas que inventei,
Que misturei com a realidade.
Eu não sei desse amor
Que me maltrata, me irrita
Que me consome, me invade.
Não sei das coisas que quis,
Não sei das coisas que quero
Se esse amor é real ou ilusão,
Se é amizade, se me faz feliz.
Não sei se ignoro ou se guardo
Se um dia vou olhar para trás
E me arrepender do que não fiz...
Sei que esse amor é imenso, é eterno
E que o que o sustenta
Não é nada mais que você, nada menos do que eu
Que o que vai destruir não é o inverno, não é o inferno.
A única coisa que pode acontecer
É você não acreditar no que já existe
E deixar ignorar tudo o que de ti eu espero.
Ou o que é mentira.
Não sei das coisas que inventei,
Que misturei com a realidade.
Eu não sei desse amor
Que me maltrata, me irrita
Que me consome, me invade.
Não sei das coisas que quis,
Não sei das coisas que quero
Se esse amor é real ou ilusão,
Se é amizade, se me faz feliz.
Não sei se ignoro ou se guardo
Se um dia vou olhar para trás
E me arrepender do que não fiz...
Sei que esse amor é imenso, é eterno
E que o que o sustenta
Não é nada mais que você, nada menos do que eu
Que o que vai destruir não é o inverno, não é o inferno.
A única coisa que pode acontecer
É você não acreditar no que já existe
E deixar ignorar tudo o que de ti eu espero.
sábado, 14 de agosto de 2010
Amadurecimento
Aprender, entender, crescer, amadurecer. São palavras que ouvimos constantemente, que tentamos alcançar todos os dias de nossas vidas, pela eternidade, mas infelizmente poucas pessoas percebem o sentido de chegar até lá. Muitas vezes dizemos “já entendi!”, mas algum tempo depois repetimos o mesmo erro do passado, sofremos e fazemos outras pessoas sofrerem novamente, por termos nos enganado, achando que já passamos da fase em que se tinha que aprender sobre determinada situação.
Infelizmente dizer que já entendeu e cresceu com a situação, que amadureceu suas idéias e seus sentimentos não basta, não irá resolver o problema, tampouco irá te dar o poder de ultrapassar qualquer obstáculo usando as palavras. O momento em que pensamos “não acredito que fui capaz de fazer aquilo!” ou “como fui tão burro (a)?”, percebemos idéias erradas que defendemos e coisas ótimas que ignoramos é que conseguimos enxergar o que fizemos de errado, o que deve ou pode ser consertado e o que podemos fazer para não repetir o erro.
Para crescer e amadurecer é preciso trabalhar a mente, tem-se que ver o mundo com outros olhos, com outra perspectiva. Você não quer mais o mundo como era antes, então você não pode vê-lo como via antes.
Para ver o que queremos ver, basta saber o que queremos e LUTAR por isso. E quando eu digo lutar, não quero dizer brigar com o mundo inteiro para impor suas idéias ou conceitos, mas conquistar seu espaço com RESPEITO e SABEDORIA.
Mas o mais importante é querer mudar, amadurecer e aprender. É não fazer as coisas porque alguém mandou (ou pediu) que fizesse, o mais importante é agir de acordo com os seus conceitos, desejos e vontades, é agir de acordo com o que VOCÊ acredita.
Infelizmente dizer que já entendeu e cresceu com a situação, que amadureceu suas idéias e seus sentimentos não basta, não irá resolver o problema, tampouco irá te dar o poder de ultrapassar qualquer obstáculo usando as palavras. O momento em que pensamos “não acredito que fui capaz de fazer aquilo!” ou “como fui tão burro (a)?”, percebemos idéias erradas que defendemos e coisas ótimas que ignoramos é que conseguimos enxergar o que fizemos de errado, o que deve ou pode ser consertado e o que podemos fazer para não repetir o erro.
Para crescer e amadurecer é preciso trabalhar a mente, tem-se que ver o mundo com outros olhos, com outra perspectiva. Você não quer mais o mundo como era antes, então você não pode vê-lo como via antes.
Para ver o que queremos ver, basta saber o que queremos e LUTAR por isso. E quando eu digo lutar, não quero dizer brigar com o mundo inteiro para impor suas idéias ou conceitos, mas conquistar seu espaço com RESPEITO e SABEDORIA.
Mas o mais importante é querer mudar, amadurecer e aprender. É não fazer as coisas porque alguém mandou (ou pediu) que fizesse, o mais importante é agir de acordo com os seus conceitos, desejos e vontades, é agir de acordo com o que VOCÊ acredita.
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